quinta-feira, 11 de março de 2010

A história do Leandro (Texto colectivo)



Era uma vez um menino de 12 anos chamado Leandro que vivia perto de Mirandela.
Todos os dias, ele e os seus amigos iam para a escola bem cedinho. Mas infelizmente, quase todos os dias era vítima de violência – bullying.
Na semana passada, na cantina, o Leandro foi novamente agredido e cansado disso saiu disparado da escola. Correu, correu, desesperado até ao rio Tua. Quando lá chegou tentou saltar da ponte mas o seu primo impediu-o. O Leandro conseguiu escapar e fugiu para mais longe. Mais abaixo, numa margem do rio pôs termo à vida. E ainda não foi encontrado.
Os seus pais e toda a família estão tristes, transtornados e revoltados.
Por isso deixamos aqui um conselho:
A violência gera violência…” diz não ao bullying e dá-te bem com os teus amigos ou colegas.

Turma 5C 10/03/2010

(Observação: Este texto foi lido em todas as salas de aula e foi entregue ao professor da turma com uma Pomba da Paz).

quarta-feira, 3 de março de 2010

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

No final, as máscaras ficaram assim...

Vamos praticar a tabuada

Agora podes praticar a tabuada de forma divertida.
Clica em tabuada divertida,instala no teu computador e joga...

Se tiveres internet poderás visitar estes sites:
http://www.amblesideprimary.com/ambleweb/mentalmaths/tabletrees.html

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Mobilidade em Rio de Moinhos

Os alunos realizaram um trabalho sobre a forma como a vila de Rio de Moinhos se encontra preparada para a mobilidade de pessoas com defeciências motoras.
Vamos espreitar --> trabalho sobre a mobilidade

E assim começaram as máscaras de gesso...



terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

O Rei Batoteiro em poesia

O Rei e a Bruxa
Brincavam no Verão
O Rei perdeu o jogo
E ficou resmungão

O Rei era batoteiro
E queria sempre ganhar
Mas a Bruxa esperta
Não se deixa enganar

O Rei amuou e sentou-se nas rochas
E uma Sereia encontrou
Foi atrás dela
E um tesouro achou

Quando o tesouro encontrou
Espantado ficou
Com tanto ouro
Até desmaiou

Eram tantas
Tantas pedras preciosas
Que o Rei, palavras não encontrou
Para descrever coisas tão valiosas

Metade das riquezas
Levar o Rei queria
E a Sereia Serafita
Com o filho dele casar desejaria

Ela respondeu-lhe:
-Metade de isto terás!
Se o teu filho me deres
Para ser meu par!

Numa linda manhã
A Sereia estava a nadar
Na praia encontrou
O filho do Rei para casar

A Bruxa Esbrenhuxa
Quando a história ouviu
Não gostou da ideia
E intervir decidiu

O príncipe em alto mar
Com a Bruxa conversava
Quando um telegrama apareceu
A ver se ele se casava

Encontrou a Princesa Janota
E atirou-lhe uns pozinhos de perlimpimpim
E da família ela se afastou
E com o príncipe se enamorou

A Bruxa com uma linda canção acordou
E espantada ficou
Casavam-se o príncipe e a princesa
E a boda terminou

O Rei engolido foi
Pela onda da Sereia
O Pajem, pela Bruxa chamou
Mas a coisa estava feia

Pelo mar fundo foi o Rei
A Bruxa tentou ajudar
Mas tantos pecados fez
Que a Bruxa o deixou afundar…


Alunos do 5C 3º Ano
EB1 de Cans Rio de Moinhos
18 de Janeiro de 2010